11.11.05

Curtas

> O show dos Strokes no Tim Festival, do dia 21 de outubro, já está na internet, pronto para ser baixado. Com imagem digital ou apenas em arquivo MP3: fica a gosto do freguês.

> Mais adequado, impossível. Franz Ferdinand vai gravar uma versão de 'Sexy boy', do Air, para ocupar o lado B de novo single. Bem que aqueles terninhos e cabelinhos nunca me enganaram.

> Muito aguardado, o Flaming Lips toca no Brasil no fim do mês. Tem uma entrevista bacana aqui. Aliás, ninguém está a fim de ficar vendo o hippie velho doidão Wayne Coyne matando a maior parte do show dentro de uma bolha surfando em cima da cabeça da galera, como rolou no Coachella. Os anos 60 já acabaram.

> Mais um capítulo da 'Guerra do Download': depois da sentença de morte do Grokster, a Sony/BMG tropeça no próprio desespero para tentar impedir a 'pirataria' e ganha um processo. É que um software de controle de cópia presente nos CDs da gravadora tem quebrado alguns computadores, facilitado o ataque de vírus ou violado a privacidade do consumidor.

> Confessa, vai: é muito prazeroso ver o Darth Vader da música - as majors - ruindo, sem rumo num beco sem saída... Download neles!


Escrito por Daniel Tambarotti
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09.11.05


Palhaçada por palhaçada...

'Believe', clipe da dupla Chemical Brothers, ganhou o prêmio de melhor vídeo do ano na festa da MTV Europa.



A aventura do operário fugindo de um carro transformer enlouquecido foi dirigida pelos parceiros de longa data dos britânicos, Dom & Nic.



E qual a importância de um prêmio da MTV hoje em dia?
Nenhuma, de fato. Mas serve para esclarecer duas coisas:

1) Fazer jus aos irmãos químicos, que nunca fisgaram um troféu. Eles são certamente uma das melhores coisas que o pop viu em muito tempo.

2) É melhor do que ganhar um Grammy, aquela galhofa.

Escrito por Daniel Tambarotti
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05.11.05


Sobre rock e rugas

Uma vez The Jam, sempre Paul Weller. Não é qualquer um que se mantém na ativa na música pop por cerca de 25 anos. O clube é exclusivo, mas Paul Weller tem carteirinha de sócio vip.

Seja à frente do Jam, do Style Council ou em vôos solitários, o quase cinquentão mantém a forma e envelhece dignamente, como prova o recente 'As is now', oitavo disco da carreira solo.



Como já era de se esperar, o CD traz a elegância característica do músico e, para acompanhar as guitarras, os leves flertes com a black music (soul e até algo de funk).

Mas o que fisga mesmo são as melodias. É notável o talento deste inglês para criar músicas bonitas, simples e eficientes. Não há quem resista a 'Come on/Let's go', 'Blink and you'll miss it' ou à linda 'The start of forever'.

* * *

Por falar em velhinhos, quem larga a cadeira de balanço e volta à cena é Van Morrisson, com 'Magic time'. Bom, um disco de Van Morrisson é... sempre um disco de Van Morrisson: selo de qualidade garantido e emoções à flor da pele.

* * *

Mais um vovô bacana, com todo o respeito. Tom Petty faz bonito na trilha country/folk do filme 'Tudo acontece em Elizabethtown', do diretor Cameron Crowe. A plácida 'Learning to fly', com a voz anasalada do cantor, enriquece a bacana trilha do longa.


Fotos: Lawrence Watson

Escrito por Daniel Tambarotti
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27.10.05

A entidade vai baixar

Passado o furacão Tim Festival, começa o burburinho em cima do Pearl Jam: cancela-não-cancela em São Paulo, ingressos à venda, reclamações antecipadas do som da Praça da Apoteose (local do show no Rio).

Mas a trupe de Eddie Vedder é apenas um Davi em frente ao Golias The Stooges, comandado pelo encapetado Iggy Pop, que não é besta de ficar levando pedrada na testa de bobeira.

O show da entidade Iggy and The Stooges corre o risco de ser o grande momento do evento Claro q é Rock, no fim de novembro, tanto pela história, quanto pela atitude e, principalmente, pela música desafiadora do quarteto.



Eles são apenas os responsáveis pela invenção (cerca de dez anos antes) da estética suja que mais tarde seria popularizada pelo Sex Pistols e chamada de punk rock.

No meio de toda a psicodelia doidona do fim dos anos 60 e da chatice progressiva de Pink Floyd e cia., forjaram o som barulhento, visceral, cortante que mudou o rumo da música pop.

E precisaram de apenas três discos - 'The Stooges', 'Fun House', 'Raw Power' - e seis anos de vida para entrar para a história. Para assistir lá no meio da galera do gargarejo.


Escrito por Daniel Tambarotti
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25.10.05

Frankie Knuckles é o rei do baile

Não teve pra ninguém no point eletrônico do Tim Festival, o palco Motomix. Em três dias de atrações díspares e um Perry Farrel (sob a faceta de DJ Peretz, na sexta) levando a galera ao sono profundo, o negão de Nova York, no domingo, mostrou batida por batida como se faz uma festa classuda, animada, alto nível, sempre jogando pra galera.



Foi house music da melhor qualidade, festeira, com sorriso no rosto, bem característico de quem sabe o que faz (o moço é um dos pais do estilo, registre-se). Destaque para o clássico 'The whistle song', a última do set. Disparada a melhor atração dos três dias do palco. Nota 10 com louvor.

O trio da festa Body & Soul (François K, Joe Claussel e Danny Krivit) tinha a responsabilidade de manter a animação do povo e, apesar de algumas escorregadas quando soltou um som mais progressivo, foi feliz na missão. Quando, às seis da matina, tiveram a apresentação interrompida pela produção do evento, deixaram os presentes querendo mais. Desnecessário: os dançarinos cheios de balangandãs e metidos a bailarinos da Madonna no clipe de 'Vogue'.

Escrito por Daniel Tambarotti
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23.10.05

A sessão espírita do Arcade Fire

É a melhor maneira de descrever o que aconteceu no palco Lab do Tim Festival, quando sob o comando dos canadenses. Banda tocando em estado de transe, concentrada, suada, subindo pelas paredes.



Outra classificação adequada, agora tendo o público como alvo, seria catarse. Já na primeira música, refrão cantado em coro. E não foi diferente até o fim. Vale lembrar que o primeiro CD do Arcade Fire foi lançado no Brasil somente agora, por conta dos shows no festival. Portanto, acesso às músicas do grupo até ontem só com importados ou download.



Mesmo ainda faltando Elvis Costello e Television, não é nada absurdo dizer que os sete louros vestidos de preto fizeram possivelmente o melhor show desta edição do festival.

Mas e os Strokes? Bom, os nova-iorquinos fizeram de fato um show excelente, divertido, pra cima, uma coleção de hits. Mas é o tipo de apresentação que você não precisa olhar para o palco para se divertir, tal é a atitude blasé de Julian Casablancas e cia. Como se tivéssemos que nos sentir privilegiados de tê-los ali, e não o contrário.



E é exatamente nesse ponto que o Arcade Fire corta por fora e sai na frente. Poucas vezes se viu tamanha entrega de banda e público, pulsando juntos. E aí não tem jeito: o rock emocionado sempre vai dar uma rasteira no rock posudo. Espetacular.


Escrito por Daniel Tambarotti
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21.10.05


TIM Festival

Tudo bem que os Strokes são a grande estrela do festival, que das revelações, M.I.A. e Arcade Fire são os mais incensados. Mas tem um pote de ouro escondido no palco Motomix, no domingo, quando Frankie Knuckles e o trio da festa Body & Soul (a saber: Joe Claussell, François K e Danny Krivitz) vão descarregar house music da melhor e mais classuda estirpe para a massa.

Knuckles estava lá em NY/ Chicago no fim dos anos 70 experimentando com as músicas da Disco e ajudando na concepção e no parto do que hoje conhecemos como house (estilo que é a mãe e o pai de toooodas as vertentes da música eletrônica).



O trio François K, Claussel e Krivitz, todos veteranos, sacudiu NY na segunda metade dos anos 90 com a festa Body & Soul, freqüentada por um público bacana, sem preconceitos, multiétnico, ricos, pobres, descolados, artistas, cabeçudos. Porém, a tolerância zero do prefeito Rudolph Giuliani acabou com a farra, que nem álcool tinha à venda.



É esse o clima que vai dar o tom das duas últimas apresentações desta edição do festival. Obrigatório.


Escrito por Daniel Tambarotti
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18.10.05


Franz Ferdinand - Direto de Nova York

O braço nova-iorquino de Grave assistiu a um show do Franz Ferdinand na Big Apple. E segundo conta Renata Chiara, os escoceses tocaram o terror num palco secundário do Madison Square Garden (mais adequado impossível). Chega de lenga-lenga, é hora de saber como foi o show:

"A diferença entre uma banda de Nova York e uma banda de Glasgow é a atitude. Enquanto os nova-iorquinos – e nesta lista inclua nomes como Strokes e Interpol - são blasé e parecem não dar a menor importância para a música, a platéia, ou para o próprio show, os escoceses do Franz Ferdinand gostam de ser banda.

No palco, fica claro que eles têm prazer de tocar, de entreter a mulambada, de nos fazer feliz. E ontem, no Teatro do Madison Square Garden (que não é o palco principal da famosa casa de espetáculos no coração de Manhattan), eles se divertiram mais do que o público.



O palco não podia ser mais simples, mais econômico, com o logo da banda ao fundo e um jogo de luzes barato. Mas com seu jeitinho magrinho e branquelo, eles conseguiram levantar os sempre apáticos nova-iorquinos.

Passei a noite toda tentando decifrar Alex Kapranos. A voz é parecida com a do Jim Morrison (quando sóbrio), o jeito tem um pouco de Morrisey, e o corpo e os gestos são do Arnaldo Antunes. Ele gosta de balançar os bracinhos, fazendo graça com os fãs da primeira fila, e soltar o vozeirão.

A banda não tem um currículo muito extenso. São apenas dois discos que não rendem mais do que 80 minutos de show, mas já tem a marra de conseguir que todo mundo cante as letras do recente segundo CD “You Could Have it So Much Better”.



E, como não poderia ser diferente numa cidade blasé como essa, a música que fez tudo tremer não foi o mega hit “Take Me Out”, mas sim “Dark of the Matineé”, gentilmente apresentada por Kapranos como a canção mais apropriada para um “dark and nice place like this one here”.

Já no final, depois de uma noite brilhante, o tecladista e um dos rodies se juntaram ao baterista para um louco solo feito debaixo de um feixe de luz, com o resto do palco todo apagado. Mais um belo momento do bom e velho rock n’ roll".


fotos: James Goulden
Escrito por Daniel Tambarotti
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07.10.05


GRAVÍSSIMO

Todo mundo sabe que o System of a Down é uma das principais e mais relevantes bandas de rock pesado do cenário atual, com todo aquele discurso engajado aliado a punch e melodias ganchudas.

Mas alguém precisa avisar aos armênios que não tem nada mais anacrônico do que banda de metal fazendo cara de monstro. Foi-se o tempo.



Escrito por Daniel Tambarotti
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Um refresco

Ok, o disco solo de Billy Corgan (ex-faz-tudo do Smashing Pumpkins), 'The future embrace', não é nenhuma obra-prima.



Mas vale o registro de que a sonoridade mezzo épica mezzo melancólica que remete aos tempos de 'Adore' (disco de 98 da antiga banda do rapaz) é um refresco mais que bem-vindo em tempos de quilos de bandas novas fazendo um som pós-punk oitentista e/ou garageiro.

O primeiro single é 'Walking shade'. E no programa do David Letterman, Corgan e trupe tocaram 'Mina Loy (M.O.H.)'.


Escrito por Daniel Tambarotti
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28.09.05


Com cara de 2005

Para quem não tem muita paciência para o falatório do hip-hop do Outkast (e da Missy Elliott), não cai na conversa mole do Maxwell, ou acha que nada de relevante foi feito na black music desde Prince, atenção.



O enfant terrible Jamie Lidell pode te fazer mudar de opinião. É soul music da melhor qualidade, moderna, consistente, cheia de groove.


Escrito por Daniel Tambarotti
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27.09.05


Vai para o trono ou não vai?

O Bloc Party talvez seja, ao lado do Franz Ferdinand, a grande aposta da indústria para ocupar o trono de 'maior banda de rock' da vez. Os próximos lançamentos dos dois grupos (será o segundo CD de ambos) é que vão bater o martelo.



Enquanto o novo do Bloc Party não chega, dá para se contentar com o excelente disco de remixes 'Silent alarm remixed' e ter uma provinha do álbum novo: veja o clipe de 'Two more years' aqui


Escrito por Daniel Tambarotti
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23.09.05


Mais do mesmo




Você gosta muito de uma banda e queria conhecer outras com a sonoridade semelhante, que não fossem exatamente uma cópia descarada, mas que estivessem num mesmo terreno musical?

Seus problemas acabaram!

Escrito por Daniel Tambarotti
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Será o início do fim?

Indústria fonográfica acerta um golpe nos programas de troca de arquivo na internet.



Escrito por Daniel Tambarotti
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21.09.05

É hora de dançar de novo

Oito anos depois do avassalador 'The fat of the land', o Prodigy volta à baila com tudo, passando pelas mesmas capas de revistas de sempre e fazendo retorno triunfal às pistas de dança, seu habitat natural.



O motivo é 'Their law: the singles 1990 - 2005', que reúne todos os sucessos da banda. Uma edição limitada ainda traz um CD extra com remixes e faixas raras, e um DVD com os clipes. Coisa fina.

Pioneiros na fusão do rock com a música eletrônica, foi impossível ficar alheio ao punk digital de Liam Howlett e cia. no fim dos anos 90. Não dá para deixar passar.


Escrito por Daniel Tambarotti
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19.09.05


Moby 'n' roll

Era o prenúncio de uma tragédia. Aos fatos: Riocentro, longe de qualquer sopro de civilização, um descampadão e chuva fina para receber o espetáculo, que a produção pretensiosa achou que ia arrastar 18 mil pessoas. Não tinha nem metade, o que para tal show já é um sucesso absoluto.

Erro 2: Marcelinho Da Lua e Patife não foram necessariamente as escolhas certas para aquecer os tamborins. Nada a ver com o talento dos dois, é que drum 'n' bass simplesmente não combina com o som da atração principal.



E São Pedro devia estar na platéia. A chuva deu um descanso minutos antes do início do show e só voltou a perturbar na música final. Moby não deixou o frio tomar conta da apresentação e fez um show excelente, dançante, caloroso, rock 'n' roll. 'Bodyrock', 'We are all made of stars' e 'Lift me up' fizeram a galera pular. 'South side' e 'Why does my heart feel so bad' protagonizaram os momentos mais bonitos. Destaque absoluto para a vocalista Joy Malcom.

Tiveram ainda covers de Radiohead ('Creep'), The Doors ('Break on through') e citação a Led Zeppelin ('Whole lotta love'). Faltou 'Roots', do Sepultura, que só a platéia paulista conferiu.

Como não podia deixar de ser, o momento engajado ficou por conta da alfinetada em George W. Bush, 'o americano mais ignorante do mundo'. Depois de um show bacana desses, a chuva na volta quase nem foi notada.

Escrito por Daniel Tambarotti
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16.09.05

Vivos

E os que achavam que do Depeche Mode não saía mais caldo, está aí o disco novo 'Playing the angel'. O primeiro single é 'Precious', que tem um belo videoclipe, cheio de efeitos especiais.



O clima da música é o deprê presente nos últimos discos, acentuado pela voz de Dave Gahan. Tem também um tecladinho meio safado, bem alto, quase abafando a guitarra rascante, que é o que merece mais elogio.

Dá uma conferida no clipe aqui.

Escrito por Daniel Tambarotti
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14.09.05


GRAVÍSSIMO

Não pode o Green Day continuar fazendo o meeeeesmo pop bubblegum com guitarras (que eles acham que é punk) mais de dez anos depois de 'Dookie', o ponto alto da carreira deles.



A única coisa que faz do Green Day algo relevante ainda hoje é o discurso anti-Bush e um disco, 'American idiot', inteirinho para cair de pau na atual política belicista dos EUA. O que no fim das contas os deixa encurralados. Esse papinho já está virando clichê da galera 'engajada'.

Escrito por Daniel Tambarotti
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Vai afundar?



O show do Moby merece ser visto por conta do que o rapazinho vegetariano fez no passado. Ele tem momentos memoráveis nos anos 90, com picos em 'Everything is wrong' (95) e 'Play' (99).

Agora é rezar para que os shows sejam baseados nesses discos. Porque caso o repertório seja calcado nos pouco inspirados '18' (2002) e 'Hotel' (2005), vai ter muita gente reclamando que comprou gato por lebre.


Escrito por Daniel Tambarotti
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13.09.05

A temporada de shows está agitada. E no meio de tanta gente boa, na crista da onda (M.I.A., Strokes, Moby, Arcade Fire), quem periga roubar a cena é o Audio Bullys.



A dupla inglesa se apresenta no Nokia Trends, evento que acontece simultaneamente no Rio e em São Paulo, no dia 24 de setembro. O segundo e MUITO aguardado disco de Tom Dinsdale and Simon Franks, 'Generation', só vai ser lançado em outubro, mas já está na rede, aos montes.

A dupla está na pauta do dia, muito bem executada nas pistas e rádios mais antenadas com o remix de 'Bang bang', de Nancy Sinatra, aquela balada trágica usada por Tarantino em 'Kill Bill'.

A mistura de rock, house, electro e hip-hop continua bastante afiada, festeira, pancadão, o que faz dos Bullys um dos grandes da música eletrônica hoje. E teremos o privilégio de conferir ao vivo algumas das músicas novas de 'Generation'. Sérias chances de ser uma apresentação histórica.


Escrito por Daniel Tambarotti
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