18.02.06
'I CAN'T GET NO...'
Será que algum dia os telejornais vão fazer alguma matéria (umazinha só) sobre os Rolling Stones e usar alguma outra música do grupo além de 'Satisfaction'?
'I CAN'T GET NO...'
Será que algum dia os telejornais vão fazer alguma matéria (umazinha só) sobre os Rolling Stones e usar alguma outra música do grupo além de 'Satisfaction'?
Escrito por Daniel Tambarotti
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17.02.06
AS COROAS DOS BRITÂNICOS
E o Brit Awards, hein? Sempre me pergunto como o Coldplay consegue ainda beliscar prêmios com aquele disco fraaaaco...
Mas quem se deu bem mesmo foi o Kaiser Chiefs. Levou os prêmios de Melhor Grupo de Rock Britânico, Melhor Grupo Britânico e Melhor Banda ao Vivo. Para situar, eles fazem aquele rockinho meio Blur enfezado mais pitadas das guitarras classudas do Jam. Mas falta muito feijão na papinha deles.

Chiefs: Quando o rock vai voltar a ser maltrapilho?
Como toda banda inglesa recente, os Chiefs sofrem de um hype desmedido, que gera muita ansiedade e, como a banda é apenas legal e não vai mudar a sua vida, fica um gostinho de decepção lá no fundo. 'Mas é só isso?', você pensa.
'I predict a riot' é até uma música bacana, mas não se via nada tão sorvete na testa como 'Everyday I love you less and less' desde, sei lá, as coisas do B-52's.
A lista completa dos vencedores e as fofocas do evento estão aqui.
AS COROAS DOS BRITÂNICOS
E o Brit Awards, hein? Sempre me pergunto como o Coldplay consegue ainda beliscar prêmios com aquele disco fraaaaco...
Mas quem se deu bem mesmo foi o Kaiser Chiefs. Levou os prêmios de Melhor Grupo de Rock Britânico, Melhor Grupo Britânico e Melhor Banda ao Vivo. Para situar, eles fazem aquele rockinho meio Blur enfezado mais pitadas das guitarras classudas do Jam. Mas falta muito feijão na papinha deles.

Chiefs: Quando o rock vai voltar a ser maltrapilho?
Como toda banda inglesa recente, os Chiefs sofrem de um hype desmedido, que gera muita ansiedade e, como a banda é apenas legal e não vai mudar a sua vida, fica um gostinho de decepção lá no fundo. 'Mas é só isso?', você pensa.
'I predict a riot' é até uma música bacana, mas não se via nada tão sorvete na testa como 'Everyday I love you less and less' desde, sei lá, as coisas do B-52's.
A lista completa dos vencedores e as fofocas do evento estão aqui.
Escrito por Daniel Tambarotti
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16.02.06
ENTREVISTA: DEEP DISH
Este blog é chato mesmo e, justamente por isso, resolveu incomodar o sossego do DJ e produtor Ali 'Dubfire', metade da dupla Deep Dish (o outro integrante é Sharam Tayebi), e ligou para a casa do dito cujo nos EUA para saber como vão ser as apresentações do duo aqui no Brasil.
O Deep Dish vem ao país durante o carnaval para três apresentações - Rio (24/02 - Circo Voador), Santa Catarina (26/02 - Warung) e São Paulo (27/02 - Sirena).
Entre uma garfada bem-humorada e outra ('Não vejo a hora de voltar ao Brasil'), Mr. Ali abriu o bico para o Grave. Confere aí embaixo.
Grave: Como você vê o sucesso absurdo do disco 'George is on'? Foi surpresa ou já estavam esperando?
Ali: A gente nunca espera o sucesso. Esse disco foi uma aposta, pois inserimos uma série de elementos de rock nele. Não era mais dance music pura, agora tinha distorção, guitarras, outra coisa. Mas a reação foi e está sendo ótima, o que, claro, nos deixa muito felizes.
G: 'Flashdance' e 'Say hello' são sucessos de pista aqui no Brasil, com milhares de remixes. Essa quantidade imensa de remixes de suas músicas o incomoda ou encara como a prova de que fizeram uma música excelente?
Ali: Selecionamos os remixes pessoalmente. Amamos a idéia de dar a oportunidade a outra pessoa de reinterpretar uma música nossa. É incrível ver como outras visões transformam uma coisa única em algo totalmente diferente.
G: E como vão ser os sets aqui? Sabem que vão tocar durante o carnaval?
Ali: Sim, sim, já soubemos disso. Mas não sei se isso vai influenciar no nosso set. Vamos ter que 'sentir' a platéia, ver qual o clima da galera e fazer o nosso melhor. Pena que não vamos poder curtir o carnaval aí, ficamos no Rio durante dois dias e depois seguimos para as outras apresentações.
G: Alguns DJs ainda se apegam ao som clássico do Progressive House, enquanto outros já inserem novos elementos no estilo. O Progressive House já era? O que você acha?
Ali: Para mim, o termo 'progressive' significa progredir, evoluir. Por isso, acho que cada vez mais vamos abraçar novos estilos. Estamos sempre de olho no que aparece de novo.
G: E quais estilos vocês têm integrado ao som do Deep Dish?
Ali: Alguma coisa de electro, gostamos muito de breaks também, além do rock, como falei antes.
G: Qual sua opinião sobre downloads, MP3s e toda a crise que a indústria da música está passando?
Ali: Estamos passando por um momento de inovações tecnológicas. Vai levar um tempo para a poeira baixar. Mas seria hipócrita de dizer que não faço downloads. Porém, sou totalmente contra o download ilegal. Acho que tem que ser justo para todo mundo. Por isso apóio lojas como o i-Tunes, DJ Download, etc.
G: Vocês estão juntos há cerca de 15 anos. É praticamente um casamento. Quais são os planos para o futuro?
Ali: Um álbum de músicas próprias só daqui a seis anos de novo! (risos) Mas não vamos ficar parados, queremos fazer tudo em doses iguais. Gostamos muito de todo o processo: produzir, compor e remixar.
G: Para terminar: se tivesse que escolher um disco apenas para tocar durante uma festa inteira, qual seria?
Ali: 'Psychocandy', do Jesus and Mary Chain.
G: Barulho e melodia juntinhos.
Ali: Isso aí, barulho e melodia. É disso que eu gosto.
ENTREVISTA: DEEP DISH
Este blog é chato mesmo e, justamente por isso, resolveu incomodar o sossego do DJ e produtor Ali 'Dubfire', metade da dupla Deep Dish (o outro integrante é Sharam Tayebi), e ligou para a casa do dito cujo nos EUA para saber como vão ser as apresentações do duo aqui no Brasil.
O Deep Dish vem ao país durante o carnaval para três apresentações - Rio (24/02 - Circo Voador), Santa Catarina (26/02 - Warung) e São Paulo (27/02 - Sirena).
Entre uma garfada bem-humorada e outra ('Não vejo a hora de voltar ao Brasil'), Mr. Ali abriu o bico para o Grave. Confere aí embaixo.
Grave: Como você vê o sucesso absurdo do disco 'George is on'? Foi surpresa ou já estavam esperando?
Ali: A gente nunca espera o sucesso. Esse disco foi uma aposta, pois inserimos uma série de elementos de rock nele. Não era mais dance music pura, agora tinha distorção, guitarras, outra coisa. Mas a reação foi e está sendo ótima, o que, claro, nos deixa muito felizes.
G: 'Flashdance' e 'Say hello' são sucessos de pista aqui no Brasil, com milhares de remixes. Essa quantidade imensa de remixes de suas músicas o incomoda ou encara como a prova de que fizeram uma música excelente?
Ali: Selecionamos os remixes pessoalmente. Amamos a idéia de dar a oportunidade a outra pessoa de reinterpretar uma música nossa. É incrível ver como outras visões transformam uma coisa única em algo totalmente diferente.
G: E como vão ser os sets aqui? Sabem que vão tocar durante o carnaval?
Ali: Sim, sim, já soubemos disso. Mas não sei se isso vai influenciar no nosso set. Vamos ter que 'sentir' a platéia, ver qual o clima da galera e fazer o nosso melhor. Pena que não vamos poder curtir o carnaval aí, ficamos no Rio durante dois dias e depois seguimos para as outras apresentações.
G: Alguns DJs ainda se apegam ao som clássico do Progressive House, enquanto outros já inserem novos elementos no estilo. O Progressive House já era? O que você acha?
Ali: Para mim, o termo 'progressive' significa progredir, evoluir. Por isso, acho que cada vez mais vamos abraçar novos estilos. Estamos sempre de olho no que aparece de novo.
G: E quais estilos vocês têm integrado ao som do Deep Dish?
Ali: Alguma coisa de electro, gostamos muito de breaks também, além do rock, como falei antes.
G: Qual sua opinião sobre downloads, MP3s e toda a crise que a indústria da música está passando?
Ali: Estamos passando por um momento de inovações tecnológicas. Vai levar um tempo para a poeira baixar. Mas seria hipócrita de dizer que não faço downloads. Porém, sou totalmente contra o download ilegal. Acho que tem que ser justo para todo mundo. Por isso apóio lojas como o i-Tunes, DJ Download, etc.
G: Vocês estão juntos há cerca de 15 anos. É praticamente um casamento. Quais são os planos para o futuro?
Ali: Um álbum de músicas próprias só daqui a seis anos de novo! (risos) Mas não vamos ficar parados, queremos fazer tudo em doses iguais. Gostamos muito de todo o processo: produzir, compor e remixar.
G: Para terminar: se tivesse que escolher um disco apenas para tocar durante uma festa inteira, qual seria?
Ali: 'Psychocandy', do Jesus and Mary Chain.
G: Barulho e melodia juntinhos.
Ali: Isso aí, barulho e melodia. É disso que eu gosto.
Escrito por Daniel Tambarotti
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15.02.06
O COWBOY E O BOM-MOÇO
O que não é o poder de Hollywood, não é, minha gente? Bastou os dois vaqueiros se beijarem no cinema e pronto. Agora vai ser um tal de cowboy saindo do armário...
O countryman Willie Nelson não saiu do armário exatamente, mas, esperto, aproveitou o dia dos namorados (lá nos estrangeiros) para lançar a música 'Cowboys are secretly, frequently (fond of each other)'. Numa tradução livre, 'Cowboys são secreta e freqüentemente (apaixonados uns pelos outros)'.

Willie Nelson
A música é de 81, composta por Ned Sublette, e já havia sido regravada por Nelson. Está disponível para compra no i-Tunes e foi ao ar pela primeira vez no programa do radialista doidão Howard Stern. Mente aberta e timing perfeito (ou oportunismo?) é isso aí. Acho que o mundo pop não estava preparado para essa bizarrice.
* * *
Continuemos, então, falando das bizarrices. É por isso que eu não acredito em nenhum rockstar que posa de bom-moço. Lembram do Scott Stapp, ex-vocalista daquela aberração/cópia do Pearl Jam chamada Creed? Todo mundo sabe que o rapaz sempre se disse muito correto, religioso. Até criou a Scott Stapp Foundation, instituição que preza pelas 'relações saudáveis entre pais e filhos'.
Pregava todo esse discurso naquelas músicas chatas e naqueles clipes em que aparecia emocionado, de braços abertos e olhos fechados, debaixo da chuva, com a água batendo no rosto. (Brega, né?)
Pois, então. O rapaz foi preso no sábado, no aeroporto de Los Angeles, sob a acusação de 'estar intoxicado'. Mas ele bebe ou usa drogas? Oh! E para completar, Stapp, no Dia de Ação de Graças, se envolveu numa confusão com alguns integrantes do grupo 311.
Depois reclamam quando eu falo que rockstar não tem que entrar nessa de salvar o mundo e fazer o bem. Tem é que se entupir de excessos.
O COWBOY E O BOM-MOÇO
O que não é o poder de Hollywood, não é, minha gente? Bastou os dois vaqueiros se beijarem no cinema e pronto. Agora vai ser um tal de cowboy saindo do armário...
O countryman Willie Nelson não saiu do armário exatamente, mas, esperto, aproveitou o dia dos namorados (lá nos estrangeiros) para lançar a música 'Cowboys are secretly, frequently (fond of each other)'. Numa tradução livre, 'Cowboys são secreta e freqüentemente (apaixonados uns pelos outros)'.

Willie Nelson
A música é de 81, composta por Ned Sublette, e já havia sido regravada por Nelson. Está disponível para compra no i-Tunes e foi ao ar pela primeira vez no programa do radialista doidão Howard Stern. Mente aberta e timing perfeito (ou oportunismo?) é isso aí. Acho que o mundo pop não estava preparado para essa bizarrice.
* * *
Continuemos, então, falando das bizarrices. É por isso que eu não acredito em nenhum rockstar que posa de bom-moço. Lembram do Scott Stapp, ex-vocalista daquela aberração/cópia do Pearl Jam chamada Creed? Todo mundo sabe que o rapaz sempre se disse muito correto, religioso. Até criou a Scott Stapp Foundation, instituição que preza pelas 'relações saudáveis entre pais e filhos'.
Pregava todo esse discurso naquelas músicas chatas e naqueles clipes em que aparecia emocionado, de braços abertos e olhos fechados, debaixo da chuva, com a água batendo no rosto. (Brega, né?)Pois, então. O rapaz foi preso no sábado, no aeroporto de Los Angeles, sob a acusação de 'estar intoxicado'. Mas ele bebe ou usa drogas? Oh! E para completar, Stapp, no Dia de Ação de Graças, se envolveu numa confusão com alguns integrantes do grupo 311.
Depois reclamam quando eu falo que rockstar não tem que entrar nessa de salvar o mundo e fazer o bem. Tem é que se entupir de excessos.
Escrito por Daniel Tambarotti
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13.02.06
BAIXINHO ABUSADO
Não, não é do Romário que estou falando. É do Fabrizio Moretti, o brasileiro baterista dos Strokes. Em entrevista a um site gringo, o moleque desceu o sarrafo na 'vitalidade' dos Stones.
Disse que acha 'triste os Stones ainda estarem na ativa'. E que Jagger e cia. são 'velhos querendo dar uma de garotões'.

Fabrizio: sem papas na língua
E ainda teve: 'Pulo fora (da música) assim que perceber que não tenho mais nada de relevante a acrescentar. Mas continuo na ativa se achar que minha banda ainda é honesta'. Língua afiada é isso aí.
Tudo bem que os Stones podem não estar no melhor da forma. Mas já teve muita gente falando que o gás do Strokes acabou na faixa quatro do segundo disco...
BAIXINHO ABUSADO
Não, não é do Romário que estou falando. É do Fabrizio Moretti, o brasileiro baterista dos Strokes. Em entrevista a um site gringo, o moleque desceu o sarrafo na 'vitalidade' dos Stones.
Disse que acha 'triste os Stones ainda estarem na ativa'. E que Jagger e cia. são 'velhos querendo dar uma de garotões'.

Fabrizio: sem papas na língua
E ainda teve: 'Pulo fora (da música) assim que perceber que não tenho mais nada de relevante a acrescentar. Mas continuo na ativa se achar que minha banda ainda é honesta'. Língua afiada é isso aí.
Tudo bem que os Stones podem não estar no melhor da forma. Mas já teve muita gente falando que o gás do Strokes acabou na faixa quatro do segundo disco...
Escrito por Daniel Tambarotti
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10.02.06
SHAKE THAT ASS
Três CDs são necessários para fazer de 2006 um ano perfeito: os novos do Radiohead, Portishead e Stanton Warriors. Pelo andar da carruagem, as batidas quebradas e as linhas de baixo gordas do Stanton Warriors vão sair na frente.
A dupla de DJs anunciou com muita pompa o site novinho em folha e colocou à disposição remixes exclusivos para download, mas apenas para os fãs cadastrados.

Mark e Dom B: concentração pouca é bobagem
Já na página dos ingleses no MySpace há algumas faixas novas (destaque para 'Still here' e 'Pop ya cork') e um minimix de cinco minutos feito para um programa da Radio 1, da BBC. Nada menos que sensacional. E tudo livre para qualquer um ouvir.
Para completar, está no forno o primeiro disco de inéditas, 'Lost files', que ganha os retoques finais e está previsto para março. Aí, meus amigos, o negócio é o seguinte: se o nível das músicas desse disco for o mesmo dos remixes ('Feel good inc', do Gorillaz) e produções esparsas ('Slanty', 'Headrock') que o duo anda fazendo, não tem jeito. Mark Yardley e Dominic B não vão precisar de dois beats para colocar essa imensidão de superstar DJs farsantes no bolso.
SHAKE THAT ASS
Três CDs são necessários para fazer de 2006 um ano perfeito: os novos do Radiohead, Portishead e Stanton Warriors. Pelo andar da carruagem, as batidas quebradas e as linhas de baixo gordas do Stanton Warriors vão sair na frente.
A dupla de DJs anunciou com muita pompa o site novinho em folha e colocou à disposição remixes exclusivos para download, mas apenas para os fãs cadastrados.

Mark e Dom B: concentração pouca é bobagem
Já na página dos ingleses no MySpace há algumas faixas novas (destaque para 'Still here' e 'Pop ya cork') e um minimix de cinco minutos feito para um programa da Radio 1, da BBC. Nada menos que sensacional. E tudo livre para qualquer um ouvir.
Para completar, está no forno o primeiro disco de inéditas, 'Lost files', que ganha os retoques finais e está previsto para março. Aí, meus amigos, o negócio é o seguinte: se o nível das músicas desse disco for o mesmo dos remixes ('Feel good inc', do Gorillaz) e produções esparsas ('Slanty', 'Headrock') que o duo anda fazendo, não tem jeito. Mark Yardley e Dominic B não vão precisar de dois beats para colocar essa imensidão de superstar DJs farsantes no bolso.
Escrito por Daniel Tambarotti
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09.02.06
E MARIAH AFUNDOU...
E a chatice do Grammy ontem, hein?
U2 garfou tudo a que foi indicado. Já dona Mariah Carey, indicada a oito prêmios, se deu muito mal. Só levou três. Vai cair no ostracismo de novo, espera só. Entre os prêmios que interessam, o Chemical Brothers levou Melhor Música Dance e Melhor Álbum Dance.
O System of a Down tem a Melhor Performance Hard Rock e o White Stripes, o Melhor Disco de Música Alternativa.
O restante das premiações, clique por sua conta e risco, está aqui.
E MARIAH AFUNDOU...
E a chatice do Grammy ontem, hein?
U2 garfou tudo a que foi indicado. Já dona Mariah Carey, indicada a oito prêmios, se deu muito mal. Só levou três. Vai cair no ostracismo de novo, espera só. Entre os prêmios que interessam, o Chemical Brothers levou Melhor Música Dance e Melhor Álbum Dance. O System of a Down tem a Melhor Performance Hard Rock e o White Stripes, o Melhor Disco de Música Alternativa.
O restante das premiações, clique por sua conta e risco, está aqui.
Escrito por Daniel Tambarotti
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08.02.06
SIGA A TRILHA
Cinema e música se merecem e nasceram para andar juntos para todo o sempre. Assim como feijão com arroz e Lennon & Yoko.
O monstrengo Marilyn Manson deixa de apenas participar de trilhas sonoras e vai para trás das câmeras. Pelo menos é o que ele quer. Manson quer levar seu clima dark-demoníaco-circense ao comando de uma produção cinematográfica.
E o cantor é esperto. Como diz nosso amigo em Berlim, ele está na capital alemã, onde acontece a 56ª edição do Festival de Cinema de Berlim, atrás de dinheiro e parceiros para financiar seu projeto de 'Phantasmagoria: The visions of Lewis Carroll'. Tudo a ver.
Agora a dúvida: quem vai ter coragem de bancar esse projeto?
* * *
Quem, de certa forma, também está entre os filmes do evento é o soturno Nick Cave, o depressivo ex de PJ Harvey. O músico assumiu a trilha sonora de 'The proposition', de John Hillcoat, uma das atrações da mostra Panorama.
SIGA A TRILHA
Cinema e música se merecem e nasceram para andar juntos para todo o sempre. Assim como feijão com arroz e Lennon & Yoko.
O monstrengo Marilyn Manson deixa de apenas participar de trilhas sonoras e vai para trás das câmeras. Pelo menos é o que ele quer. Manson quer levar seu clima dark-demoníaco-circense ao comando de uma produção cinematográfica.E o cantor é esperto. Como diz nosso amigo em Berlim, ele está na capital alemã, onde acontece a 56ª edição do Festival de Cinema de Berlim, atrás de dinheiro e parceiros para financiar seu projeto de 'Phantasmagoria: The visions of Lewis Carroll'. Tudo a ver.
Agora a dúvida: quem vai ter coragem de bancar esse projeto?
* * *
Quem, de certa forma, também está entre os filmes do evento é o soturno Nick Cave, o depressivo ex de PJ Harvey. O músico assumiu a trilha sonora de 'The proposition', de John Hillcoat, uma das atrações da mostra Panorama.
Escrito por Daniel Tambarotti
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06.02.06
O PAPA É POP. MESMO
Te cuida padre Marcelo Rossi, que o circo de excentricidades de Michael Jackson é uma máquina que não pára. Acredite se quiser: aquele (ou aquilo?) que um dia foi uma das coisas mais inovadoras da música está sendo cotado para cantar orações deixadas pelo Papa João Paulo II. Calma, respira e conta até três. Agora lê de novo, porque é sério.
O ex-negão vai emprestar sua voz (ainda tem?) para o tal projeto, que é capitaneado por uma gravadora italiana responsável pelos eventos musicais no Vaticano. O diretor da tal gravadora diz que o interesse partiu dos agentes de Michael, e que a proposta está sendo analisada. Além de cantar, o irmão de Janet teria como papel tentar agregar mais estrelas internacionais à iniciativa.

'We are the world, we are the children...'
Sobre as polêmicas em que MJ está envolvido, todas elas bastante contrárias aos dogmas da Igreja, silêncio. Aliás, essa dobradinha promete: Jackson é acusado de molestar criancinhas. E alguns padres da Igreja católica volta e meia aparecem no noticiário sendo apontados pelo mesmo crime.
* * *
Será que entendi? Michael Jackson pode. Mas a Daniela Mercury, porque fez campanha a favor do uso de camisinha, não?
* * *
Confessem: não seria no mínimo engraçado ver o Michael Jackson com aquelas dancinhas levando a mão ao próprio púbis umas 200 vezes enquanto recita os textos do Papa?
* * *
E a quem será que Bento XVI recorreria para transformar em música seus textos póstumos? Madonna fase 'Justify my love'?
O PAPA É POP. MESMO
Te cuida padre Marcelo Rossi, que o circo de excentricidades de Michael Jackson é uma máquina que não pára. Acredite se quiser: aquele (ou aquilo?) que um dia foi uma das coisas mais inovadoras da música está sendo cotado para cantar orações deixadas pelo Papa João Paulo II. Calma, respira e conta até três. Agora lê de novo, porque é sério.
O ex-negão vai emprestar sua voz (ainda tem?) para o tal projeto, que é capitaneado por uma gravadora italiana responsável pelos eventos musicais no Vaticano. O diretor da tal gravadora diz que o interesse partiu dos agentes de Michael, e que a proposta está sendo analisada. Além de cantar, o irmão de Janet teria como papel tentar agregar mais estrelas internacionais à iniciativa.

'We are the world, we are the children...'
Sobre as polêmicas em que MJ está envolvido, todas elas bastante contrárias aos dogmas da Igreja, silêncio. Aliás, essa dobradinha promete: Jackson é acusado de molestar criancinhas. E alguns padres da Igreja católica volta e meia aparecem no noticiário sendo apontados pelo mesmo crime.
* * *
Será que entendi? Michael Jackson pode. Mas a Daniela Mercury, porque fez campanha a favor do uso de camisinha, não?
* * *
Confessem: não seria no mínimo engraçado ver o Michael Jackson com aquelas dancinhas levando a mão ao próprio púbis umas 200 vezes enquanto recita os textos do Papa?
* * *
E a quem será que Bento XVI recorreria para transformar em música seus textos póstumos? Madonna fase 'Justify my love'?
Escrito por Daniel Tambarotti
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03.02.06
SEM IMPORTÂNCIA E SEM PRESTÍGIO
O carequinha do Oscar tem um precioso exemplo à sua frente e deve aprender com ele se não quiser ver suas estatuetas virarem um mico. A saber: jamais deixar o prêmio máximo do cinema virar o que virou o Grammy.
Pensa só: O Grammy é o prêmio da indústria fonográfica para a indústria fonográfica. Entretanto, o que se vê saindo dos escritórios dos donos dessa indústria é uma pasmaceira musical sem tamanho e emoção. Portanto, chegamos à brilhante conclusão de que o Grammy é uma festa pomposa, mas tapada e sem sentido.
Para complicar ainda mais a situação, são nada mais do que 108 (!!!) categorias. Ô gente boa, quem vai conseguir se lembrar delas? Qual a relevância de uma categoria como 'Melhor música composta para filme, televisão ou outra mídia visual'. Daqui a pouco teremos também 'Melhor sussurro pop em grupo ou duo'. É desse jeito que o Grammy vê seu prestígio e importância diluídos em mais de cem categorias - quando na verdade, só umas 20 importam.

Um prêmio Grammy: falando para quem?
Porém, não posso deixar de observar o seguinte detalhe: parece que a cegueira dos homens de preto da indústria está diminuindo, se é que isto é possível. O fato é que, diferentemente de anos anteriores, quando bandas e artistas novos e inovadores eram completamente ignorados, esta edição vê um desfile de nomes bacanas no meio de toda aquela imensidão apática.
LCD Soundsystem, Deep Dish, Kanye West, Gorillaz, The Killers, Foo Fighters, Daniel Lanois, Fiona Apple, New Order, Fatboy Slim, Kraftwerk, Chemical Brothers, Daft Punk e outros, indicados em em algumas categorias, podem começar a injetar vida nova no evento e salvá-lo do afogamento completo.
SEM IMPORTÂNCIA E SEM PRESTÍGIO
O carequinha do Oscar tem um precioso exemplo à sua frente e deve aprender com ele se não quiser ver suas estatuetas virarem um mico. A saber: jamais deixar o prêmio máximo do cinema virar o que virou o Grammy.
Pensa só: O Grammy é o prêmio da indústria fonográfica para a indústria fonográfica. Entretanto, o que se vê saindo dos escritórios dos donos dessa indústria é uma pasmaceira musical sem tamanho e emoção. Portanto, chegamos à brilhante conclusão de que o Grammy é uma festa pomposa, mas tapada e sem sentido.
Para complicar ainda mais a situação, são nada mais do que 108 (!!!) categorias. Ô gente boa, quem vai conseguir se lembrar delas? Qual a relevância de uma categoria como 'Melhor música composta para filme, televisão ou outra mídia visual'. Daqui a pouco teremos também 'Melhor sussurro pop em grupo ou duo'. É desse jeito que o Grammy vê seu prestígio e importância diluídos em mais de cem categorias - quando na verdade, só umas 20 importam.

Um prêmio Grammy: falando para quem?
Porém, não posso deixar de observar o seguinte detalhe: parece que a cegueira dos homens de preto da indústria está diminuindo, se é que isto é possível. O fato é que, diferentemente de anos anteriores, quando bandas e artistas novos e inovadores eram completamente ignorados, esta edição vê um desfile de nomes bacanas no meio de toda aquela imensidão apática.
LCD Soundsystem, Deep Dish, Kanye West, Gorillaz, The Killers, Foo Fighters, Daniel Lanois, Fiona Apple, New Order, Fatboy Slim, Kraftwerk, Chemical Brothers, Daft Punk e outros, indicados em em algumas categorias, podem começar a injetar vida nova no evento e salvá-lo do afogamento completo.
Escrito por Daniel Tambarotti
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31.01.06
QUAL É A EXPLICAÇÃO?
Quando eu ficar grande e for montar a minha banda, vou fazer de tudo para ter ao meu lado o agente/empresário do Seu Jorge. O cantor carioca, que se esforça para largar a imagem de 'malandro da Lapa' e sonha em entrar de vez na programação das rádios 'adulto contemporâneo', está escalado para tocar no bacanudo e importante festival americano Coachella. A galera hype que se acha superpopular está por fora. Pessoa com contatos é isso aí.
Pois então, depois dessa, o Coachella acaba de perder dois pontos comigo.

Depois de assassinar as músicas do Bowie com versões para o português ('Rebel rebel' virou 'Zero a zero', para vocês terem uma idéia), ele tinha mais é que continuar perambulando pela madrugada da Lapa para sempre. E alguém precisa fazer o favor de mostrar aos produtores do festival a no mínimo bizarra versão para a língua nativa de 'The blower's daughter', do trovador solitário Damien Rice, trucidada por ele e Ana Carolina.
Porém, não deixa de ser curioso imaginar como vai ser a reação de quem está esperando o Bloc Party ou o Wolf Parade e esbarrar com aquela atração que está ali para preencher a porção exotique do evento. Alguém quer comprar meus ingressos?
QUAL É A EXPLICAÇÃO?
Quando eu ficar grande e for montar a minha banda, vou fazer de tudo para ter ao meu lado o agente/empresário do Seu Jorge. O cantor carioca, que se esforça para largar a imagem de 'malandro da Lapa' e sonha em entrar de vez na programação das rádios 'adulto contemporâneo', está escalado para tocar no bacanudo e importante festival americano Coachella. A galera hype que se acha superpopular está por fora. Pessoa com contatos é isso aí.
Pois então, depois dessa, o Coachella acaba de perder dois pontos comigo.

Depois de assassinar as músicas do Bowie com versões para o português ('Rebel rebel' virou 'Zero a zero', para vocês terem uma idéia), ele tinha mais é que continuar perambulando pela madrugada da Lapa para sempre. E alguém precisa fazer o favor de mostrar aos produtores do festival a no mínimo bizarra versão para a língua nativa de 'The blower's daughter', do trovador solitário Damien Rice, trucidada por ele e Ana Carolina.
Porém, não deixa de ser curioso imaginar como vai ser a reação de quem está esperando o Bloc Party ou o Wolf Parade e esbarrar com aquela atração que está ali para preencher a porção exotique do evento. Alguém quer comprar meus ingressos?
Escrito por Daniel Tambarotti
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30.01.06
AQUI E ALI
É uma formiga brigando com um elefante, mas é uma briga de importância histórica já. Uma gravadora do Canadá, a Nettwerk Music Group, resolveu entrar na guerra dos downloads contra a RIAA e do lado dos entusiastas do MP3.
E a história não ficou só no discurso, não. A Nettwerk, que tem no catálogo Avril Lavigne e Sarah McLachlan (artistas ruins, mas que têm peso comercial), interveio numa ação da Associação das Gravadoras contra um adolescente do Texas. E ainda garantiu pagar todas as despesas do processo caso a família do garoto tenha que desembolsar algum. Cool.
* * *

Aphex Twin
Depois de cinco anos, sai o primeiro álbum do doidão Aphex Twin. Sob a persona AFX, Richard D. James lança o substituto de 'Drukqs' em abril. O disco se chama 'Chosen lords' e vai reunir as músicas presentes nos compactos 'Analord', lançados ao longo de 2005.
* * *
A gente até entende quando o Chico Buarque grava com a Fernanda Porto, por exemplo. Ou alguma outra gatinha por aí. Mas o que explica essa parceria com o Zezé Di Camargo? (Ou seria o Luciano?)
* * *

Michael Stipe: rapaz atarefado
O R.E.M. pode estar devagar quase parando, mas Michael Stipe anda bem ocupado. O cantor americano vai fazer uma participação mais que especial no próximo disco do Placebo, 'Meds'. Stipe dá o ar da graça na música 'Broken promise'. Muito adequado.
* * *
Ainda falando de participações especiais, Elton John larga a vida de tia caseira e vai jogar purpurina no novo do Scissor Sisters. O cantor inglês, fã confesso do grupo, empresta a voz para 'I don't feel like dancing'. Mais adequado ainda.
AQUI E ALI
É uma formiga brigando com um elefante, mas é uma briga de importância histórica já. Uma gravadora do Canadá, a Nettwerk Music Group, resolveu entrar na guerra dos downloads contra a RIAA e do lado dos entusiastas do MP3.
E a história não ficou só no discurso, não. A Nettwerk, que tem no catálogo Avril Lavigne e Sarah McLachlan (artistas ruins, mas que têm peso comercial), interveio numa ação da Associação das Gravadoras contra um adolescente do Texas. E ainda garantiu pagar todas as despesas do processo caso a família do garoto tenha que desembolsar algum. Cool.
* * *

Aphex Twin
Depois de cinco anos, sai o primeiro álbum do doidão Aphex Twin. Sob a persona AFX, Richard D. James lança o substituto de 'Drukqs' em abril. O disco se chama 'Chosen lords' e vai reunir as músicas presentes nos compactos 'Analord', lançados ao longo de 2005.
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A gente até entende quando o Chico Buarque grava com a Fernanda Porto, por exemplo. Ou alguma outra gatinha por aí. Mas o que explica essa parceria com o Zezé Di Camargo? (Ou seria o Luciano?)
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Michael Stipe: rapaz atarefado
O R.E.M. pode estar devagar quase parando, mas Michael Stipe anda bem ocupado. O cantor americano vai fazer uma participação mais que especial no próximo disco do Placebo, 'Meds'. Stipe dá o ar da graça na música 'Broken promise'. Muito adequado.
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Ainda falando de participações especiais, Elton John larga a vida de tia caseira e vai jogar purpurina no novo do Scissor Sisters. O cantor inglês, fã confesso do grupo, empresta a voz para 'I don't feel like dancing'. Mais adequado ainda.
Escrito por Daniel Tambarotti
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27.01.06
E O CHEIRO DE FORMOL CONTINUA
Deu no NME! O Smashing Pumpkins vai se reunir para tocar em alguns festivais durante o verão europeu e americano, começando pelo importante Coachella, na terra do Tio Sam. A primeira data do show da volta é o dia 30 de abril.
Esta seria a confirmação do sonho de Billy Corgan, o 'reizinho' do grupo, que colocou tempos atrás um anúncio num jornal de Chicago dizendo que seu coração "estava com sua antiga banda". Dizia: "Quero que sejam os primeiros a saber que tenho planos de reviver os Smashing Pumpkins. Quero minha banda de volta, e minhas músicas e meus sonhos".

Billy Corgan é careca e muito malandro
Este blog é um dos maiores fãs dos Pumpkins, mas, como sempre, vê com muita desconfiança voltas como essa. No fim das contas, Billy Corgan é bem espertinho. Após decretar a morte do SP em dezembro de 2000, montou o Zwan, que até lançou um disco bem digno, mas deu com os burros n'água.
Logo em seguida se aventurou por um CD solo, meio dark, que também não deu em nada. E agora vem com esse papo. E como não é bobo, ataca logo no Coachella, festival grande, com muita mídia e que, em 2004, consagrou a volta (jamais imaginada) dos Pixies. Bem 'apropriado', não acham?
***
É impressão minha ou o Hot Chip é o hype desse mês?
fonte foto: planet.nl
E O CHEIRO DE FORMOL CONTINUA
Deu no NME! O Smashing Pumpkins vai se reunir para tocar em alguns festivais durante o verão europeu e americano, começando pelo importante Coachella, na terra do Tio Sam. A primeira data do show da volta é o dia 30 de abril.
Esta seria a confirmação do sonho de Billy Corgan, o 'reizinho' do grupo, que colocou tempos atrás um anúncio num jornal de Chicago dizendo que seu coração "estava com sua antiga banda". Dizia: "Quero que sejam os primeiros a saber que tenho planos de reviver os Smashing Pumpkins. Quero minha banda de volta, e minhas músicas e meus sonhos".

Billy Corgan é careca e muito malandro
Este blog é um dos maiores fãs dos Pumpkins, mas, como sempre, vê com muita desconfiança voltas como essa. No fim das contas, Billy Corgan é bem espertinho. Após decretar a morte do SP em dezembro de 2000, montou o Zwan, que até lançou um disco bem digno, mas deu com os burros n'água.
Logo em seguida se aventurou por um CD solo, meio dark, que também não deu em nada. E agora vem com esse papo. E como não é bobo, ataca logo no Coachella, festival grande, com muita mídia e que, em 2004, consagrou a volta (jamais imaginada) dos Pixies. Bem 'apropriado', não acham?
***
É impressão minha ou o Hot Chip é o hype desse mês?
fonte foto: planet.nl
Escrito por Daniel Tambarotti
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26.01.06
FUZUÊ FERDINAND
Como era de se esperar, está absurda a procura para o show solo do Franz Ferdinand no Rio às vésperas do carnaval. Como o evento acontece no Circo Voador, são apenas 2.500 ingressos à disposição. Por isso essa correria. Estudantes só compram meia no local do show, de 12h às 18h. No restante dos pontos de venda, só inteira - acrescida de taxa de conveniência.

'Olha o ingresso aí, quem vai, quem vai?'
A venda começou ao meio-dia, mas já tinha gente na porta do Circo por volta das oito da manhã. Em cerca de três horas de bilheterias abertas, cerca de 800 ingressos já dançaram. Isso sem contabilizar os ingressos vendidos nos outros pontos de venda, que volta e meia, por conta da grande procura, ficam sem conexão com a central de vendas.
Uma outra saída é comprar pela internet. Aliás, era. Porque desde às 15h15m nada funciona e o internauta recebe o aviso 'Não disponível no momento. Tente mais tarde'. Muito legal essa movimentação toda. Mas a gente só espera que no dia do show esteja tudo mais tranqüilo do que hoje.
FUZUÊ FERDINAND
Como era de se esperar, está absurda a procura para o show solo do Franz Ferdinand no Rio às vésperas do carnaval. Como o evento acontece no Circo Voador, são apenas 2.500 ingressos à disposição. Por isso essa correria. Estudantes só compram meia no local do show, de 12h às 18h. No restante dos pontos de venda, só inteira - acrescida de taxa de conveniência.

'Olha o ingresso aí, quem vai, quem vai?'
A venda começou ao meio-dia, mas já tinha gente na porta do Circo por volta das oito da manhã. Em cerca de três horas de bilheterias abertas, cerca de 800 ingressos já dançaram. Isso sem contabilizar os ingressos vendidos nos outros pontos de venda, que volta e meia, por conta da grande procura, ficam sem conexão com a central de vendas.
Uma outra saída é comprar pela internet. Aliás, era. Porque desde às 15h15m nada funciona e o internauta recebe o aviso 'Não disponível no momento. Tente mais tarde'. Muito legal essa movimentação toda. Mas a gente só espera que no dia do show esteja tudo mais tranqüilo do que hoje.
Escrito por Daniel Tambarotti
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23.01.06
ANO MOVIMENTADO
Se os rumores continuarem e se confirmarem, 2006 tem tudo para ser um ano como o passado, histórico, com muitos e bons nomes (outros nem tanto) dando as caras por aqui.
O ano já começa com as duas maiores (em tamanho) turnês do mundo hoje aterrissando com apenas dias de diferença entre uma e outra. Rolling Stones de graça em Copacabana e U2 em duas datas em São Paulo. Abrindo para os irlandeses tem o Franz Ferdinand, que faz show extra sozinho no Rio.
Confirmado também está o Fatboy Slim em Brasília. É a terceira vez do DJ no Brasil. Daqui a pouco ele fica arroz-de-festa igual ao Jimmy Cliff, com casa de verão na Bahia e tudo. Na praia eletrônica, durante o carnaval, tem os esperados Deep Dish e DJ Hell; e o Skol Beats, que esse ano acontece em maio, já anuncia alguns nomes de peso, como Plump DJs, LCD Soundsystem e DJ Tiga.

Madonna triste: nem ela quer show na praia
Ainda na especulação está a vinda de Madonna para um possível show na praia de Copacabana também. Quer saber? Tomara que essa moda de show (ou programa de índio?) na praia não pegue: que me desculpem os justos e seus discursos democráticos, mas não tem chance de um evento assim ser bom. Tem é cara de pão e circo, isso sim.
E na fila da promessa, diz o amigo coveiro, estão Depeche Mode, Garbage, System of a Down, Korn, e uma possível volta do Arcade Fire. Tá bom ou quer mais?
ANO MOVIMENTADO
Se os rumores continuarem e se confirmarem, 2006 tem tudo para ser um ano como o passado, histórico, com muitos e bons nomes (outros nem tanto) dando as caras por aqui.
O ano já começa com as duas maiores (em tamanho) turnês do mundo hoje aterrissando com apenas dias de diferença entre uma e outra. Rolling Stones de graça em Copacabana e U2 em duas datas em São Paulo. Abrindo para os irlandeses tem o Franz Ferdinand, que faz show extra sozinho no Rio.
Confirmado também está o Fatboy Slim em Brasília. É a terceira vez do DJ no Brasil. Daqui a pouco ele fica arroz-de-festa igual ao Jimmy Cliff, com casa de verão na Bahia e tudo. Na praia eletrônica, durante o carnaval, tem os esperados Deep Dish e DJ Hell; e o Skol Beats, que esse ano acontece em maio, já anuncia alguns nomes de peso, como Plump DJs, LCD Soundsystem e DJ Tiga.

Madonna triste: nem ela quer show na praia
Ainda na especulação está a vinda de Madonna para um possível show na praia de Copacabana também. Quer saber? Tomara que essa moda de show (ou programa de índio?) na praia não pegue: que me desculpem os justos e seus discursos democráticos, mas não tem chance de um evento assim ser bom. Tem é cara de pão e circo, isso sim.
E na fila da promessa, diz o amigo coveiro, estão Depeche Mode, Garbage, System of a Down, Korn, e uma possível volta do Arcade Fire. Tá bom ou quer mais?
Escrito por Daniel Tambarotti
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