26.01.07
O HORROR, O HORROR
Ó, Pai, por que nos abandonaste? (1)
Ó, Pai, por que nos abandonaste? (2)
O HORROR, O HORROR
Ó, Pai, por que nos abandonaste? (1)
Ó, Pai, por que nos abandonaste? (2)
Escrito por Daniel Tambarotti
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24.01.07
'A WEEKEND IN THE CITY' FAZ DO BLOC PARTY A MELHOR BANDA DO NOVO ROCK
O começo lentinho, cantado quase em falsete, da faixa de abertura já anuncia de saída que tudo será diferente. "A weekend in the city", o segundo e esperadíssimo segundo CD do Bloc Party, graças a Deus!, não é um "Silent alarm 2".
Previsto para sair em fevereiro, o disco vazou na rede em novembro. Brutalmente baixado e analisado na blogosfera musical antenda mundo afora, foi equivocadamente chicoteado. "Tiraram o Party do Bloc", acusaram, em referência à falta do som "pra cima" marcante da estréia. Para dar um passo à frente, a banda, muito acertadamente, não hesitou em sacrificar a festa.
A grande estrela do álbum é o vocalista Kele Okereke. São autobiográficas as letras sobre um jovem inseguro que toma porrada da vida numa metrópole, o que faz de "Weekend" um álbum quase conceitual, sem nada que esse palavrão traz de chato, que fique claro.

Sem nenhum cacoete de rockstar - e deixando de lado o jeito Robert Smith de cantar - Kele dá a cara a tapa cheio de energia e sofrimento em músicas de teor muito amargo, como o poder sedutor da cocaína, ao qual sucumbiu, em "On"; sobre suicídio na épica "SRXT", e sobre sua confusa sexualidade em "I still remember". Em entrevistas, declarou que seu grande desapontamento em "Silent alarm" foi "ter se escondido atrás da abstração (das letras)". E, segundo o próprio, está corrigindo um erro com este segundo CD.
O poder do quarteto de compor músicas pulsantes e extremamente pop está afiadíssimo. Aliadas às guitarras cortantes entram em cena leves texturas eletrônicas e muitas camadas de vocais, tudo isso embalado com arranjos ousados. "Waiting for the 7:18" não te faz respirar fundo à toa: é a melhor do disco. "Hunting for witches" remete ao início de carreira, e "I still remember" é o próximo single (a estranha "The prayer" foi o primeiro).
"A weekend in the city" não é disco para quem quer mais do mesmo e joga o Bloc Party bem à frente dos outros nomes do "novo rock", com o filho de nigerianos Kele Okereke concorrendo ao título de ícone pop de uma geração. É coisa fina.
Ouça essas:
"Where is home?"
"Song for Clay (Disappear here)"

Envelheço na cidade...
'A WEEKEND IN THE CITY' FAZ DO BLOC PARTY A MELHOR BANDA DO NOVO ROCK
O começo lentinho, cantado quase em falsete, da faixa de abertura já anuncia de saída que tudo será diferente. "A weekend in the city", o segundo e esperadíssimo segundo CD do Bloc Party, graças a Deus!, não é um "Silent alarm 2".
Previsto para sair em fevereiro, o disco vazou na rede em novembro. Brutalmente baixado e analisado na blogosfera musical antenda mundo afora, foi equivocadamente chicoteado. "Tiraram o Party do Bloc", acusaram, em referência à falta do som "pra cima" marcante da estréia. Para dar um passo à frente, a banda, muito acertadamente, não hesitou em sacrificar a festa.
A grande estrela do álbum é o vocalista Kele Okereke. São autobiográficas as letras sobre um jovem inseguro que toma porrada da vida numa metrópole, o que faz de "Weekend" um álbum quase conceitual, sem nada que esse palavrão traz de chato, que fique claro.

Sem nenhum cacoete de rockstar - e deixando de lado o jeito Robert Smith de cantar - Kele dá a cara a tapa cheio de energia e sofrimento em músicas de teor muito amargo, como o poder sedutor da cocaína, ao qual sucumbiu, em "On"; sobre suicídio na épica "SRXT", e sobre sua confusa sexualidade em "I still remember". Em entrevistas, declarou que seu grande desapontamento em "Silent alarm" foi "ter se escondido atrás da abstração (das letras)". E, segundo o próprio, está corrigindo um erro com este segundo CD.
O poder do quarteto de compor músicas pulsantes e extremamente pop está afiadíssimo. Aliadas às guitarras cortantes entram em cena leves texturas eletrônicas e muitas camadas de vocais, tudo isso embalado com arranjos ousados. "Waiting for the 7:18" não te faz respirar fundo à toa: é a melhor do disco. "Hunting for witches" remete ao início de carreira, e "I still remember" é o próximo single (a estranha "The prayer" foi o primeiro).
"A weekend in the city" não é disco para quem quer mais do mesmo e joga o Bloc Party bem à frente dos outros nomes do "novo rock", com o filho de nigerianos Kele Okereke concorrendo ao título de ícone pop de uma geração. É coisa fina.
Ouça essas:
"Where is home?"
"Song for Clay (Disappear here)"

Envelheço na cidade...
Escrito por Daniel Tambarotti
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17.01.07
VALE QUANTO PESA
Depois do hype dos Strokes, iniciou-se uma corrida sangrenta e sem critério pelo novo: de 2000 para cá, qualquer bandeca de garagem com menos de três singles no currículo virava a grande esperança da música pop.
Sempre achei saudável desconfiar das unanimidades da imprensa inglesa, mas agora me rendo ao burburinho. O novíssimo grupo The Maccabees é isso tudo que estão falando mesmo.

Egressos de Brighton, eles ainda não têm disco lançado, apenas alguns singles, que saíram ao longo do ano passado e são todos ótimos. Fui fisgado por 'Latchmere' em julho mais ou menos, e corri atrás dos outros, acompanhando a banda de perto. O próximo a sair é 'About your dress', em fevereiro. Corre por aí que são os grandes candidatos a 'big thing' do pop britânico em 2007.
Descrevendo-os porcamente, são uma mistura de Strokes e Libertines. O formato é aquele rockinho básico de músicas econômicas, mas cheias de energia, inglês até o osso. E o que chama a atenção logo de cara são as as melodias grudentas e a voz sofrida do cantor Orlando Weeks. Calma, não é um sofrido no jeito Coldplay de ser. É como se o Paul Weller fosse menos rouco e mais melancólico, ou o Morrissey cantasse suas dores com mais punch.
O site Collective, da BBC, tem vários trechos ao vivo dos rapazes. E o MySpace da banda traz algumas músicas. Tomara que dessa vez a fábrica de hypes que é a imprensa inglesa não esteja errada.
VALE QUANTO PESA
Depois do hype dos Strokes, iniciou-se uma corrida sangrenta e sem critério pelo novo: de 2000 para cá, qualquer bandeca de garagem com menos de três singles no currículo virava a grande esperança da música pop.
Sempre achei saudável desconfiar das unanimidades da imprensa inglesa, mas agora me rendo ao burburinho. O novíssimo grupo The Maccabees é isso tudo que estão falando mesmo.

Egressos de Brighton, eles ainda não têm disco lançado, apenas alguns singles, que saíram ao longo do ano passado e são todos ótimos. Fui fisgado por 'Latchmere' em julho mais ou menos, e corri atrás dos outros, acompanhando a banda de perto. O próximo a sair é 'About your dress', em fevereiro. Corre por aí que são os grandes candidatos a 'big thing' do pop britânico em 2007.
Descrevendo-os porcamente, são uma mistura de Strokes e Libertines. O formato é aquele rockinho básico de músicas econômicas, mas cheias de energia, inglês até o osso. E o que chama a atenção logo de cara são as as melodias grudentas e a voz sofrida do cantor Orlando Weeks. Calma, não é um sofrido no jeito Coldplay de ser. É como se o Paul Weller fosse menos rouco e mais melancólico, ou o Morrissey cantasse suas dores com mais punch.
O site Collective, da BBC, tem vários trechos ao vivo dos rapazes. E o MySpace da banda traz algumas músicas. Tomara que dessa vez a fábrica de hypes que é a imprensa inglesa não esteja errada.
Escrito por Daniel Tambarotti
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16.01.07
PRÓXIMA PARADA: BEIRUT
A nação indie está em polvorosa e o Radiohead que se cuide: o septeto Beirut está na área e vem com uma música estranha (pero no mucho) e, liderada pelo moleque de 19 anos Zach Condon, pode ser uma ameaça à banda de Thom Yorke, que demoooora para desovar o disco novo, este bastante cotado para afundar ainda mais a banda naquela 'cabecice' iniciada com 'Kid A'.
O som tem um quê de ciganos dos bálcãs, instrumentos não muito comuns (ukelele, por exemplo), mas uma melodia extremamente pop, delicada, melancólica, que remete à fase inicial da banda de Oxford.
O disco é do ano passado e ainda não saiu (e provavelmente nem sairá) aqui no Brasil, mas causou um burburinho forte nos blogs novidadeiros mundo afora. E 'Postcards from Italy' é não menos que sensacional. Dá para ouvi-la aqui. Ou ainda assistir a uma apresentação da banda num festival em Moscou.
PRÓXIMA PARADA: BEIRUT
A nação indie está em polvorosa e o Radiohead que se cuide: o septeto Beirut está na área e vem com uma música estranha (pero no mucho) e, liderada pelo moleque de 19 anos Zach Condon, pode ser uma ameaça à banda de Thom Yorke, que demoooora para desovar o disco novo, este bastante cotado para afundar ainda mais a banda naquela 'cabecice' iniciada com 'Kid A'.
O som tem um quê de ciganos dos bálcãs, instrumentos não muito comuns (ukelele, por exemplo), mas uma melodia extremamente pop, delicada, melancólica, que remete à fase inicial da banda de Oxford.O disco é do ano passado e ainda não saiu (e provavelmente nem sairá) aqui no Brasil, mas causou um burburinho forte nos blogs novidadeiros mundo afora. E 'Postcards from Italy' é não menos que sensacional. Dá para ouvi-la aqui. Ou ainda assistir a uma apresentação da banda num festival em Moscou.
Escrito por Daniel Tambarotti
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10.01.07
MENOS É MAIS. DE NOVO
Depois da passagem, no fim do ano passado, de Richie Hawtin num set de minimal devastador, os cariocas vão poder conferir agora a performance de outras três estrelas do som minimalista.
No próximo sábado, a festa Moo recebe os festejado DJs Loco Dice, Magda e Steve Bug, os três da foto aí embaixo. São mais três nomes de peso para o histórico bacana de DJs gringos trazidos pela festa. Resta saber se vão mandar tão bem quanto o papai Hawtin fez na última edição do evento.
Loco Dice traz na bagagem um dos maiores hit do último verão europeu, 'Seeing through shadows', Steve Bug vem com o elogiado CD mixado 'Bugnology 2', e Magda é o nome feminino mais hypado da eletrônica hoje.

MENOS É MAIS. DE NOVO
Depois da passagem, no fim do ano passado, de Richie Hawtin num set de minimal devastador, os cariocas vão poder conferir agora a performance de outras três estrelas do som minimalista.
No próximo sábado, a festa Moo recebe os festejado DJs Loco Dice, Magda e Steve Bug, os três da foto aí embaixo. São mais três nomes de peso para o histórico bacana de DJs gringos trazidos pela festa. Resta saber se vão mandar tão bem quanto o papai Hawtin fez na última edição do evento.
Loco Dice traz na bagagem um dos maiores hit do último verão europeu, 'Seeing through shadows', Steve Bug vem com o elogiado CD mixado 'Bugnology 2', e Magda é o nome feminino mais hypado da eletrônica hoje.

Escrito por Daniel Tambarotti
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08.01.07
MÚSICA NOVA DO ARCADE FIRE ESTÁ NO SITE DA BANDA
2007 começa a tomar forma. Depois de vazarem na web os esperados novos discos de Bloc Party e Air, eis que o primeiro single oficial do segundo CD do Arcade Fire também está na internet. Mas, ao contrário dos exemplos anteriores, chegou à rede de forma oficial, via site da banda.

O nome da música é 'Black mirror' e está disponível em streaming na seção 'Win's scrapbook' na página deles. Esta é a segunda prova de como será o álbum 'Neon Bible': recentemente a Radio 1, da BBC, tocou com exclusividade a música 'Intervention'.
Apesar de uma qualidade não tão boa, é possível notar que tudo que fez do Arcade o fenômeno que é continua presente: eles são hoje o principal nome da categoria (que eu inventei agora) 'rock emocionado' do pop, com todoas aquelas cordas e as melodias intensas. Vai lá para ouvir.
MÚSICA NOVA DO ARCADE FIRE ESTÁ NO SITE DA BANDA
2007 começa a tomar forma. Depois de vazarem na web os esperados novos discos de Bloc Party e Air, eis que o primeiro single oficial do segundo CD do Arcade Fire também está na internet. Mas, ao contrário dos exemplos anteriores, chegou à rede de forma oficial, via site da banda.

O nome da música é 'Black mirror' e está disponível em streaming na seção 'Win's scrapbook' na página deles. Esta é a segunda prova de como será o álbum 'Neon Bible': recentemente a Radio 1, da BBC, tocou com exclusividade a música 'Intervention'.
Apesar de uma qualidade não tão boa, é possível notar que tudo que fez do Arcade o fenômeno que é continua presente: eles são hoje o principal nome da categoria (que eu inventei agora) 'rock emocionado' do pop, com todoas aquelas cordas e as melodias intensas. Vai lá para ouvir.
Escrito por Daniel Tambarotti
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06.01.07
PEDRA QUE ROLA...
Damon Albarn não pára. Depois de enjoar de nocautear, à frente do Blur, o Oasis na briguinha britpop lá no meio dos anos 90, o rapaz tomou as rédeas do Gorillaz e virou fenômeno animado nos quatro cantos do planeta.
Inquieto que é, não se escorou na fórmula consagrada do projeto e resolveu partir para outra. Assim nasceu o The Good, The Bad and The Queen.
A banda é um dream team e, além de Albarn, tem na formação Paul Simonon (ex-Clash) no baixo, o veterano dos afro-beats Tony Allen na bateria e Simon Tong (ex-Verve) na guitarra.
Depois de muito segredo, mistério e poucos shows ao vivo, eis que agora será finalmente possível escutar o disco inteiro na íntegra. A partir de segunda-feira, as músicas do álbum estarão todinhas no Myspace da banda, prontas para serem degustadas.
Enquanto segunda não vem, no site oficial do grupo é possível escutar os dois primeiros singles 'Herculean' e 'Kingdom of doom'. Tá esperando o quê?
PEDRA QUE ROLA...
Damon Albarn não pára. Depois de enjoar de nocautear, à frente do Blur, o Oasis na briguinha britpop lá no meio dos anos 90, o rapaz tomou as rédeas do Gorillaz e virou fenômeno animado nos quatro cantos do planeta.
Inquieto que é, não se escorou na fórmula consagrada do projeto e resolveu partir para outra. Assim nasceu o The Good, The Bad and The Queen.A banda é um dream team e, além de Albarn, tem na formação Paul Simonon (ex-Clash) no baixo, o veterano dos afro-beats Tony Allen na bateria e Simon Tong (ex-Verve) na guitarra.
Depois de muito segredo, mistério e poucos shows ao vivo, eis que agora será finalmente possível escutar o disco inteiro na íntegra. A partir de segunda-feira, as músicas do álbum estarão todinhas no Myspace da banda, prontas para serem degustadas.
Enquanto segunda não vem, no site oficial do grupo é possível escutar os dois primeiros singles 'Herculean' e 'Kingdom of doom'. Tá esperando o quê?
Escrito por Daniel Tambarotti
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03.01.07
OLHA O FORMOL
Bom, 2007 já está aí, e é hora de dar a última passada nas listas de melhores do ano passado e começar a olhar para frente.
E logo logo vamos ter muito cheiro de naftalina na área. Haja nostalgia para tanto revival! Depois do Who pagar mico no fim do ano passado, e todo mundo ficar encantado com o anúncio oficial de disco e turnê novos dos Stooges, eis que Billy Corgan garante em blog que o Smashing Pumpkins volta. Agora vai e não tem jeito!

Olha, os Pumpkins são preferidos da casa desde sempre. Mas confesso que vejo com muita ressalva esses comebacks. Tudo soa preguiçosamente adequado e anacrônico.
Veja o caso do SP: banda cultuada no underground e de sucesso comercial, que terminou meio que inesperadamente. Billy Corgan fracassou com seu grupo seguinte, o Zwan, e afundou mais ainda na carreira solo. E agora ele tira da manga a volta da banda antiga. Oportuno, não?
Mas vamos ver o que sai daí, apesar da arrogância, o careca manda bem.
Aproveitando, vai de bandeja, via Idolator, uma das melhores músicas dos Pumpkins, 'Pennies', completa e injustamente renegada pela banda, e que só conseguiu ser lado B, presente na caixa de singles 'Aeroplane flies high'.
DEIXANDO O MOFO DE LADO
Estão previstos muitos DJs logo neste início de ano tocando por todo o país. O trance do Tiesto aterrissa na praia de Ipanema no próximo domingo. O trio minimalista top de linha formado por Loco Dice, Magda e Steve Bug dá as caras na próxima edição da festa Moo.
O Deep Dish volta ao país para os seus já clássicos sets no carnaval, e a lista continua: Fatboy Slim, Tiefschwarz, Krafty Kuts, Mark Farina, Jamie Lidell, DJ Hell, Mike Monday, Paul Van Dyk...
EU TENHO MEDO DE 2007 PORQUE...
- O Michael Jackson vai lançar um disco novo com o Will.I.Am, o faz-tudo do Black Eyed Peas, disse a Rolling Stone. Com Pharrell Williams e Timbaland dando sopa por aí, MJ mostra que nem escolher produtor sabe mais.
- O Zeca Baleiro vai lançar um CD com músicas infantis.
Hã?
OLHA O FORMOL
Bom, 2007 já está aí, e é hora de dar a última passada nas listas de melhores do ano passado e começar a olhar para frente.
E logo logo vamos ter muito cheiro de naftalina na área. Haja nostalgia para tanto revival! Depois do Who pagar mico no fim do ano passado, e todo mundo ficar encantado com o anúncio oficial de disco e turnê novos dos Stooges, eis que Billy Corgan garante em blog que o Smashing Pumpkins volta. Agora vai e não tem jeito!

Olha, os Pumpkins são preferidos da casa desde sempre. Mas confesso que vejo com muita ressalva esses comebacks. Tudo soa preguiçosamente adequado e anacrônico.
Veja o caso do SP: banda cultuada no underground e de sucesso comercial, que terminou meio que inesperadamente. Billy Corgan fracassou com seu grupo seguinte, o Zwan, e afundou mais ainda na carreira solo. E agora ele tira da manga a volta da banda antiga. Oportuno, não?
Mas vamos ver o que sai daí, apesar da arrogância, o careca manda bem.
Aproveitando, vai de bandeja, via Idolator, uma das melhores músicas dos Pumpkins, 'Pennies', completa e injustamente renegada pela banda, e que só conseguiu ser lado B, presente na caixa de singles 'Aeroplane flies high'.
DEIXANDO O MOFO DE LADO
Estão previstos muitos DJs logo neste início de ano tocando por todo o país. O trance do Tiesto aterrissa na praia de Ipanema no próximo domingo. O trio minimalista top de linha formado por Loco Dice, Magda e Steve Bug dá as caras na próxima edição da festa Moo.
O Deep Dish volta ao país para os seus já clássicos sets no carnaval, e a lista continua: Fatboy Slim, Tiefschwarz, Krafty Kuts, Mark Farina, Jamie Lidell, DJ Hell, Mike Monday, Paul Van Dyk...
EU TENHO MEDO DE 2007 PORQUE...
- O Michael Jackson vai lançar um disco novo com o Will.I.Am, o faz-tudo do Black Eyed Peas, disse a Rolling Stone. Com Pharrell Williams e Timbaland dando sopa por aí, MJ mostra que nem escolher produtor sabe mais.
- O Zeca Baleiro vai lançar um CD com músicas infantis.
Hã?
Escrito por Daniel Tambarotti
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02.01.07
LEONARD COHEN SAI DA TOCA
Abaixo vai a reprodução da resenha que escrevi para o portal G1 sobre o DVD do cantor Leonard Cohen.
*
LEONARD COHEN TEM VIDA E OBRA DISSECADA NO DVD 'I'M YOUR MAN'
Se você já ouviu "Hallelujah" por aí e não sabe quem é o pai da criança, não fique perturbado. Esse clássico, regravado por meio mundo (a versão definitiva fica com Jeff Buckley), hit das trilhas de filmes e séries de TV, é de autoria de Leonard Cohen, um trovador solitário que influenciou 9 entre 10 compositores que fazem a linha voz e violão.
Com 71 anos de idade, sempre muito comentado e pouco escutado, aclamado pela crítica e um fracasso comercial, é enfim chegada a hora do reconhecimento de Cohen: está na rua (na gringolândia) o DVD "I'm your man".
O filme, dirigido por Lian Lunson, une duas pontas: o cantor, compositor, escritor e poeta tem sua vida dissecada em uma longa entrevista, e os principais destaques de sua obra são interpretados por fãs ilustres num show-tributo realizado na Austrália. Para dar nova cara às canções amargas de Leonard foi escalado um dream team com nomes do quilate de Nick Cave, U2, Antony (sem os Johnsons), Jarvis Cocker e Rufus Wainwright.
Na entrevista, Cohen, um senhor muito alinhado e educado, fala de seu processo de criação, seu passado como escritor, suas principais influências e sua persona religiosa. Entre as frases mais emblemáticas está uma que gira em torno de sua fama de Don Juan: "Minha fama de galã é uma piada. Me fazia rir amargamente pelas dez mil noites que passei sozinho".
Os destaques do show ficam com a versão de Antony para "If it be your will" e as três interpretações feitas por Rufus Wainwright, "Hallelujah" entre elas. E nos depoimentos, Bono é o que mais se derrete e o compara a Byron e Shelley. Emocionante e obrigatório.
LEONARD COHEN SAI DA TOCA
Abaixo vai a reprodução da resenha que escrevi para o portal G1 sobre o DVD do cantor Leonard Cohen.
*
LEONARD COHEN TEM VIDA E OBRA DISSECADA NO DVD 'I'M YOUR MAN'
Se você já ouviu "Hallelujah" por aí e não sabe quem é o pai da criança, não fique perturbado. Esse clássico, regravado por meio mundo (a versão definitiva fica com Jeff Buckley), hit das trilhas de filmes e séries de TV, é de autoria de Leonard Cohen, um trovador solitário que influenciou 9 entre 10 compositores que fazem a linha voz e violão.
Com 71 anos de idade, sempre muito comentado e pouco escutado, aclamado pela crítica e um fracasso comercial, é enfim chegada a hora do reconhecimento de Cohen: está na rua (na gringolândia) o DVD "I'm your man".O filme, dirigido por Lian Lunson, une duas pontas: o cantor, compositor, escritor e poeta tem sua vida dissecada em uma longa entrevista, e os principais destaques de sua obra são interpretados por fãs ilustres num show-tributo realizado na Austrália. Para dar nova cara às canções amargas de Leonard foi escalado um dream team com nomes do quilate de Nick Cave, U2, Antony (sem os Johnsons), Jarvis Cocker e Rufus Wainwright.
Na entrevista, Cohen, um senhor muito alinhado e educado, fala de seu processo de criação, seu passado como escritor, suas principais influências e sua persona religiosa. Entre as frases mais emblemáticas está uma que gira em torno de sua fama de Don Juan: "Minha fama de galã é uma piada. Me fazia rir amargamente pelas dez mil noites que passei sozinho".
Os destaques do show ficam com a versão de Antony para "If it be your will" e as três interpretações feitas por Rufus Wainwright, "Hallelujah" entre elas. E nos depoimentos, Bono é o que mais se derrete e o compara a Byron e Shelley. Emocionante e obrigatório.
Escrito por Daniel Tambarotti
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25.12.06
JAMES BROWN 1933 - 2006
A nota triste deste Natal fica por conta da morte de James Brown. O pai da soul music morreu aos 73 anos, em Atlanta, EUA, e agora vai agitar o bailão funk lá em cima.
Aqui dá para ver alguns vídeos e ouvir trechos de músicas do mestre.
JAMES BROWN 1933 - 2006
A nota triste deste Natal fica por conta da morte de James Brown. O pai da soul music morreu aos 73 anos, em Atlanta, EUA, e agora vai agitar o bailão funk lá em cima.
Aqui dá para ver alguns vídeos e ouvir trechos de músicas do mestre.
Escrito por Daniel Tambarotti
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21.12.06
JUSTIN NO MEIO DO FURACÃO
Se a Beyoncé é hoje o maior nome do pop feminino, Justin Timberlake é provavelmente o seu correspondente. E o DJ Diplo, antenado que é, sabe bem disso.
O maior fã americano de funk carioca (e uma espécie de 'embaixador' do estilo lá fora), fez uma versão de 'My love', último hit de Justin e uma das músicas mais executadas em rádios e TVs nesse fim de 2006.
O grande lance é que, como base de seu remix, Diplo usou o instrumental de 'Someone great', música ainda inédita do hypado LCD Soundsystem, banda do geniozinho cool James Murphy. 'Someone great' vai estar no aguardadíssimo segundo disco do LCD, 'Sound of silver', que só sai ano que vem.
Corre à boca pequena que Murphy não gostou muito dessa história de ter uma música sua ainda inédita servindo de base para remixes de outros e teria pedido para que os arquivos sejam removidos dos sites onde estão hospedados. Pimenta nos olhos dos outros...
E o resultado? Ouça aqui. Bom, ficou médio. Não tem a qualidade da original de Timberlake, mas já deixou este blog bastante aguçado para ouvir o segundo do LCD.
JUSTIN NO MEIO DO FURACÃO
Se a Beyoncé é hoje o maior nome do pop feminino, Justin Timberlake é provavelmente o seu correspondente. E o DJ Diplo, antenado que é, sabe bem disso.
O maior fã americano de funk carioca (e uma espécie de 'embaixador' do estilo lá fora), fez uma versão de 'My love', último hit de Justin e uma das músicas mais executadas em rádios e TVs nesse fim de 2006.O grande lance é que, como base de seu remix, Diplo usou o instrumental de 'Someone great', música ainda inédita do hypado LCD Soundsystem, banda do geniozinho cool James Murphy. 'Someone great' vai estar no aguardadíssimo segundo disco do LCD, 'Sound of silver', que só sai ano que vem.
Corre à boca pequena que Murphy não gostou muito dessa história de ter uma música sua ainda inédita servindo de base para remixes de outros e teria pedido para que os arquivos sejam removidos dos sites onde estão hospedados. Pimenta nos olhos dos outros...
E o resultado? Ouça aqui. Bom, ficou médio. Não tem a qualidade da original de Timberlake, mas já deixou este blog bastante aguçado para ouvir o segundo do LCD.
Escrito por Daniel Tambarotti
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19.12.06
KRAFTY KUTS VAI AO PASSADO PARA FAZER DISCO COM CARA DE AGORA
O surgimento de um gênero - ou subgênero - dentro do leque imenso da música eletrônica é seu grande mérito e também sua maior desvantagem, já que são irrelevantes para o grande público as sutilezas das diferenças entre eles.
Mas foram justamente essas fronteiras nebulosas que levaram o inglês Krafty Kuts a sair de um mundo para entrar no outro. Egresso do universo hip hop, o DJ está na ativa desde o fim dos anos 80 e, há cerca de dez anos, honrando seu histórico nas batidas do rap, foi migrando para o breakbeat, estilo que começou a deixar os guetos underground e a aparecer nas nas pistas mais bombadas da Europa em 2000.
Depois de incontáveis singles e compilações, uma série de remixes e muito respeito no meio, eis que o produtor acaba de lançar seu primeiro CD cheio: "Freakshow", um disco que encarna exemplarmente a mistureba pela qual passa a dance music hoje.
Krafty vai ao passado pegar os scratches e vocais dos MCs de hip hop old school, como bem mostra "There they go" e "We do this", e também traz de lá os barulhinhos e grooves da escola Parliament de funk: o vocoder e a guitarra da faixa-título são irresistíveis.
Vale também destacar que "Freakshow" é claramente uma bem-sucedida investida numa faceta mais pop da carreira do DJ, e isso não é nada ruim. O vocal soul da ensolarada "Tell me how you feel" é martelado sem parar nas rádios inglesas e "Bass phenomena", parceria com Tim Deluxe, é outro hit, apesar de ter um clima mais nervosinho. Sucesso mais que merecido.
Ouça essas:
"Krafty pervert"
"Basketball jam"
KRAFTY KUTS VAI AO PASSADO PARA FAZER DISCO COM CARA DE AGORA
O surgimento de um gênero - ou subgênero - dentro do leque imenso da música eletrônica é seu grande mérito e também sua maior desvantagem, já que são irrelevantes para o grande público as sutilezas das diferenças entre eles.
Mas foram justamente essas fronteiras nebulosas que levaram o inglês Krafty Kuts a sair de um mundo para entrar no outro. Egresso do universo hip hop, o DJ está na ativa desde o fim dos anos 80 e, há cerca de dez anos, honrando seu histórico nas batidas do rap, foi migrando para o breakbeat, estilo que começou a deixar os guetos underground e a aparecer nas nas pistas mais bombadas da Europa em 2000.
Depois de incontáveis singles e compilações, uma série de remixes e muito respeito no meio, eis que o produtor acaba de lançar seu primeiro CD cheio: "Freakshow", um disco que encarna exemplarmente a mistureba pela qual passa a dance music hoje.
Krafty vai ao passado pegar os scratches e vocais dos MCs de hip hop old school, como bem mostra "There they go" e "We do this", e também traz de lá os barulhinhos e grooves da escola Parliament de funk: o vocoder e a guitarra da faixa-título são irresistíveis.
Vale também destacar que "Freakshow" é claramente uma bem-sucedida investida numa faceta mais pop da carreira do DJ, e isso não é nada ruim. O vocal soul da ensolarada "Tell me how you feel" é martelado sem parar nas rádios inglesas e "Bass phenomena", parceria com Tim Deluxe, é outro hit, apesar de ter um clima mais nervosinho. Sucesso mais que merecido.
Ouça essas:
"Krafty pervert"
"Basketball jam"
Escrito por Daniel Tambarotti
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18.12.06
AGENTE SECRETO
Mas como é bem sem sal a música-tema feita por Chris Cornell para esse novo 007, hein?
AGENTE SECRETO
Mas como é bem sem sal a música-tema feita por Chris Cornell para esse novo 007, hein?
Escrito por Daniel Tambarotti
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13.12.06
É ÉPOCA DE NATAL
E também das listas de melhores do ano. Este blog votou nos melhores momentos de 2006 compilados pela galera do portal de notícias G1. Vai lá e dá uma olhada. Para facilitar, a minha seleção está aí embaixo também.
MELHORES DE 2006
DISCOS
Stanton Warriors - 'Fabric Live 30' - DJs a serviço dos graves e das batidas quebradas
PJ Harvey - 'Peel Sessions 1991 - 2004' - A musa volta à cena nua e crua.
Basement Jaxx - 'Crazy itch radio' - Música eletrônica para as massas com muito, mas muito groove.
The Gossip - 'Standing in the way of control' - E não é que a gordinha é realmente muito cool?
Trentemoller - 'Last Resort' - Mezzo cabeça, mezzo pista: o DJ/produtor mais hypado do ano.
BANDA
Hot Chip - Uma ponte segura entre os beats e as guitarras. Fez um disco muito legal ('The warning'), músicas bem-humoradas e os remixes mais divertidos. E ainda lembram o Devo.

Hot Chip na crista da onda
SHOWS
Franz Ferdinand no Circo Voador - Um calor senegalês, uma banda feliz e um público entregue. A conjunção dos astros deve ter ajudado.
TIM Festival - Daft Punk, Yeah Yeah Yeahs, Beastie Boys e TV On The Radio num espaço de três dias. A gente agradece.
Underworld no Creamfields - Demorou, mas aconteceu. 'Born slippy' ainda está ecoando.
DVD
Leonard Cohen - 'I'm your man'. O trovador solitário é dissecado e ganha reverência de meio mundo pop. Emocionante.
MICO DO ANO
O confete exagerado da imprensa estrangeira em cima do Cansei de Ser Sexy. O disco é ruim. E ao vivo é muito pior. Os gringos devem estar surdos.
AINDA NO CLIMA 'BEST OF'
Digo que 'Who's afraid of Detroit', do DJ americano Claude VonStroke, é muito provavelmente uma das três melhores músicas deste ano que já era para ter ido há tempos. Fez bonito nas paradas e pistas de dança lá fora.
É tudo certinho: a batida sem firula, a melodia grudenta, quase irritante, uns teclados sombrios no fundo e, a grande estrela, o baixo, cheio, sexy, simples e dançante tudo ao mesmo tempo agora. E ouvir o Richie Hawtin tocando a dita cuja às 6am na MegaMoo, com aquele soundsystem perfeito... Enfim, os graves estão reverberando até agora.
E NO MEIO DE TANTAS LISTAS
A da revista americana Blender merece uma espiada. São os discos mais desastrosos de todos os tempos, aqueles que protagonizaram um mico histórico. Não é bem de melhores do ano, confesso, mas é muito bem sacada divertida.
É ÉPOCA DE NATAL
E também das listas de melhores do ano. Este blog votou nos melhores momentos de 2006 compilados pela galera do portal de notícias G1. Vai lá e dá uma olhada. Para facilitar, a minha seleção está aí embaixo também.
MELHORES DE 2006
DISCOS
Stanton Warriors - 'Fabric Live 30' - DJs a serviço dos graves e das batidas quebradas
PJ Harvey - 'Peel Sessions 1991 - 2004' - A musa volta à cena nua e crua.
Basement Jaxx - 'Crazy itch radio' - Música eletrônica para as massas com muito, mas muito groove.
The Gossip - 'Standing in the way of control' - E não é que a gordinha é realmente muito cool?
Trentemoller - 'Last Resort' - Mezzo cabeça, mezzo pista: o DJ/produtor mais hypado do ano.
BANDA
Hot Chip - Uma ponte segura entre os beats e as guitarras. Fez um disco muito legal ('The warning'), músicas bem-humoradas e os remixes mais divertidos. E ainda lembram o Devo.

Hot Chip na crista da onda
SHOWS
Franz Ferdinand no Circo Voador - Um calor senegalês, uma banda feliz e um público entregue. A conjunção dos astros deve ter ajudado.
TIM Festival - Daft Punk, Yeah Yeah Yeahs, Beastie Boys e TV On The Radio num espaço de três dias. A gente agradece.
Underworld no Creamfields - Demorou, mas aconteceu. 'Born slippy' ainda está ecoando.
DVD
Leonard Cohen - 'I'm your man'. O trovador solitário é dissecado e ganha reverência de meio mundo pop. Emocionante.
MICO DO ANO
O confete exagerado da imprensa estrangeira em cima do Cansei de Ser Sexy. O disco é ruim. E ao vivo é muito pior. Os gringos devem estar surdos.
AINDA NO CLIMA 'BEST OF'
Digo que 'Who's afraid of Detroit', do DJ americano Claude VonStroke, é muito provavelmente uma das três melhores músicas deste ano que já era para ter ido há tempos. Fez bonito nas paradas e pistas de dança lá fora.
É tudo certinho: a batida sem firula, a melodia grudenta, quase irritante, uns teclados sombrios no fundo e, a grande estrela, o baixo, cheio, sexy, simples e dançante tudo ao mesmo tempo agora. E ouvir o Richie Hawtin tocando a dita cuja às 6am na MegaMoo, com aquele soundsystem perfeito... Enfim, os graves estão reverberando até agora.
E NO MEIO DE TANTAS LISTAS
A da revista americana Blender merece uma espiada. São os discos mais desastrosos de todos os tempos, aqueles que protagonizaram um mico histórico. Não é bem de melhores do ano, confesso, mas é muito bem sacada divertida.
Escrito por Daniel Tambarotti
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06.12.06
BLOC PARTY LANÇA CLIPE NOVO
Depois de 'A weekend in the city', o segundo disco do Bloc Party, vazar na rede três meses antes da data prevista, é hora de sair o primeiro clipe.
A pouco pop 'The prayer' foi a escolhida para ganhar as TVs e sites do mundo. Quem divulga com exclusividade são os coleguinhas da Radio 1. Clique aqui para assistir.

O vídeo é o primeiro em muitos anos a ser dirigido por Walter Stern, também responsável por 'Firestarter', do Prodigy, e 'Bitter sweet symphony', do Verve, e 'Teardrop', do Massive Attack, todos considerados inovadores à sua época. Aqui, a banda está curtindo uma balada na noite de Londres.
Este segundo CD do quarteto já causa uma certa polêmica. Depois de uma estréia cheia de energia e muito elogiada em 2004, os rapazes diminuíram um pouco a marcha neste álbum número dois e agora sofrem com narizes tortos da grande maioria de quem já escutou.
O que está muito longe de ser o caso deste blog. O GRAVE achou 'A weekend in the city' um disco excelente, ousado e bem diferente do anterior. A pegada roquenrou ganhou arranjos diferentes, e o talento para escrever melodias bonitas do grupo veio à tona com toda a força. Preferidos da casa total.
BLOC PARTY LANÇA CLIPE NOVO
Depois de 'A weekend in the city', o segundo disco do Bloc Party, vazar na rede três meses antes da data prevista, é hora de sair o primeiro clipe.
A pouco pop 'The prayer' foi a escolhida para ganhar as TVs e sites do mundo. Quem divulga com exclusividade são os coleguinhas da Radio 1. Clique aqui para assistir.

O vídeo é o primeiro em muitos anos a ser dirigido por Walter Stern, também responsável por 'Firestarter', do Prodigy, e 'Bitter sweet symphony', do Verve, e 'Teardrop', do Massive Attack, todos considerados inovadores à sua época. Aqui, a banda está curtindo uma balada na noite de Londres.
Este segundo CD do quarteto já causa uma certa polêmica. Depois de uma estréia cheia de energia e muito elogiada em 2004, os rapazes diminuíram um pouco a marcha neste álbum número dois e agora sofrem com narizes tortos da grande maioria de quem já escutou.
O que está muito longe de ser o caso deste blog. O GRAVE achou 'A weekend in the city' um disco excelente, ousado e bem diferente do anterior. A pegada roquenrou ganhou arranjos diferentes, e o talento para escrever melodias bonitas do grupo veio à tona com toda a força. Preferidos da casa total.
Escrito por Daniel Tambarotti
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